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| Sexta-feira , 23 de Março de 2007 |

Gosto de nomes, de cores, gosto de aguçar os sentidos, gosto de ser testado por leituras ágeis, críveis, palavras que não se usam mais, sentenças e significados. Gosto do gosto do inusitado, daquilo que me leve a um território novo, inexplorado. Poético. Aquilo que me muda sem ser mudado. Porque mais do que a hiper-realidade, é preciso navegar por destinos insólitos e explorar novos mundos. Por isso leio. Eis minha bússola. O que dá sentido à vida.
l wallace puosso / fev 07 l
Produzido por Wallace às 00h39
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| Domingo , 11 de Março de 2007 |
A gente pode morar numa casa mais ou menos, numa cidade mais ou menos, e até ter um governo mais ou menos...
A gente pode dormir numa cama mais ou menos, comer um feijão mais ou menos, ter um transporte mais ou menos, e até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro.
A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos. Tudo bem. O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum, é amar mais ou menos, é sonhar mais ou menos, é ser amigo mais ou menos, é namorar mais ou menos, é ter fé mais ou menos, e acreditar mais ou menos.
Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos.
(Gibran Kahlil Gibran)
Produzido por Wallace às 13h18
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| Terça-feira , 06 de Março de 2007 |

O TAL
DEUSES, EXISTEM VÁRIOS
O TEU, O MEU, O DELE.
A CADA UM EMPRESTAMOS
O QUE DE MELHOR OU PIOR
EM NÓS DE DEUS AINDA RESTA.
NÃO HÁ, POIS, ESPANTO
SE NENHUM DEUS PRESTA.
[ULISSES TAVARES, POR ANA CLARA GALVÃO/ MARÇO - 07]
Produzido por Ana Clara às 09h56
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